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quinta-feira, 21 de junho de 2018

***Cuidados diários do bebê***



Os primeiros cuidados básicos, com o passar do tempo tudo fica mais fácil.
O dia a dia acaba trazendo mais tranquilidade aos pais e acabam pegando pratica na rotina!


Cortar as unhas do bebê
Muitos bebês já nascem com as unhas compridas, e os pais ficam com medo de eles se arranharem. Nos primeiros dias, evite cortar as unhas deles, porque elas são flexíveis demais e é muito fácil causar um sangramento.
Se não estiver muito calor, você pode colocar luvinhas ou até meias nas mãos do bebê. Com o passar dos dias as unhas ficam um pouco mais rígidas, e será mais fácil apará-las. Mas isso sempre terá de ser feito com muito cuidado. As unhas das mãos crescem tão rápido que você pode ter de cortá-las mais de uma vez por semana. As dos pés exigem menos frequência.

Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor?
Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.
Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais indicado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.
Se o bebê está dormindo tranquilamente e se alimentando bem, está calmo e não irritado, é bem provável que esteja com a temperatura adequada.
É muito mais comum bebês serem super agasalhados e ficarem irritados com o calor do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio.
Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando e, portanto, está com calor
Como cuidar do umbigo do bebê

Depois do nascimento, o cordão umbilical é cortado e o pedacinho que sobra ligado à barriga do bebê é chamado coto.
É dessa parte que você terá que cuidar nos primeiros dias do recém-nascido.
Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?
O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido
Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?
O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido.
Quanto tempo o cordão umbilical vai demorar para cair?
Entre 10 e 21 dias depois do nascimento, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair. No lugar dele fica uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para cicatrizar.
O dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja problemas.
Em caso de demora, contate o pediatra da criança só para ter certeza de que tudo está correndo como o esperado

O umbigo do recém-nascido precisa de algum cuidado especial?
O coto umbilical tem de ser mantido limpo e seco para evitar infecções. Bactérias que vivem naturalmente em nossa pele podem provocar infecções no coto.
Em regiões sem condições de higiene, a contaminação do coto umbilical pode levar ao tétano, uma infecção muito perigosa para recém-nascidos.
Os médicos brasileiros costumam orientar as mães a passar um cotonete com álcool a 70% (vendido nas farmácias) no coto, em todas as trocas de fralda, e deixá-lo secar naturalmente.
Você pode cobrir o coto com a fralda, quando ele estiver bem sequinho, mas não coloque nenhum tipo de faixa.
Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo. Também lave as mãos antes e depois da troca de fralda.
Se o coto ficar sujo de cocô ou xixi, limpe-o bem com água e sabão ou só com água. Como o cocô do bebê é gorduroso, é melhor usar sabonete para eliminá-lo. Depois aplique o álcool.
Em outros países, o cuidado com o umbigo pode ser diferente. Em alguns, a orientação médica é a de não passar nada no umbigo, nem álcool, para que ele seque mais rápido.
Há lugares em que a recomendação é a de não molhar o coto, portanto, naquelas localidades, não se dá banho no recém-nascido enquanto o umbigo não cai.
No Brasil, porém, os especialistas indicam o banho desde o primeiro dia de vida, sem problemas. Basta secar bem o coto e passar o álcool antes de fechar a fralda.
Depois que o coto caiu, o umbigo ficou alto. O que é isso?
Quando o umbigo da criança fica saltado, é provável que se trate de uma hérnia umbilical.
As hérnias umbilicais são muito comuns e podem afetar até 20 por cento dos bebês. Normalmente não exigem tratamento e se resolvem sozinhas.
Converse com o pediatra do bebê. Ele vai acompanhar a hérnia nas consultas até depois do primeiro aniversário da criança, para aí sim decidir se é necessário algum tratamento ou não.
Nunca coloque nada sobre o umbigo do bebê para "deixá-lo para dentro".

Bjoks
Mamãe te conta!!








***Cuidados diários do bebê***



Os primeiros cuidados básicos, com o passar do tempo tudo fica mais fácil.
O dia a dia acaba trazendo mais tranquilidade aos pais e acabam pegando pratica na rotina!


Cortar as unhas do bebê
Muitos bebês já nascem com as unhas compridas, e os pais ficam com medo de eles se arranharem. Nos primeiros dias, evite cortar as unhas deles, porque elas são flexíveis demais e é muito fácil causar um sangramento.
Se não estiver muito calor, você pode colocar luvinhas ou até meias nas mãos do bebê. Com o passar dos dias as unhas ficam um pouco mais rígidas, e será mais fácil apará-las. Mas isso sempre terá de ser feito com muito cuidado. As unhas das mãos crescem tão rápido que você pode ter de cortá-las mais de uma vez por semana. As dos pés exigem menos frequência.

Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor?
Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.
Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais indicado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.
Se o bebê está dormindo tranquilamente e se alimentando bem, está calmo e não irritado, é bem provável que esteja com a temperatura adequada.
É muito mais comum bebês serem super agasalhados e ficarem irritados com o calor do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio.
Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando e, portanto, está com calor
Como cuidar do umbigo do bebê

Depois do nascimento, o cordão umbilical é cortado e o pedacinho que sobra ligado à barriga do bebê é chamado coto.
É dessa parte que você terá que cuidar nos primeiros dias do recém-nascido.
Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?
O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido
Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?
O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido.
Quanto tempo o cordão umbilical vai demorar para cair?
Entre 10 e 21 dias depois do nascimento, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair. No lugar dele fica uma pequena ferida, que leva de uma semana a 10 dias para cicatrizar.
O dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja problemas.
Em caso de demora, contate o pediatra da criança só para ter certeza de que tudo está correndo como o esperado

O umbigo do recém-nascido precisa de algum cuidado especial?
O coto umbilical tem de ser mantido limpo e seco para evitar infecções. Bactérias que vivem naturalmente em nossa pele podem provocar infecções no coto.
Em regiões sem condições de higiene, a contaminação do coto umbilical pode levar ao tétano, uma infecção muito perigosa para recém-nascidos.
Os médicos brasileiros costumam orientar as mães a passar um cotonete com álcool a 70% (vendido nas farmácias) no coto, em todas as trocas de fralda, e deixá-lo secar naturalmente.
Você pode cobrir o coto com a fralda, quando ele estiver bem sequinho, mas não coloque nenhum tipo de faixa.
Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo. Também lave as mãos antes e depois da troca de fralda.
Se o coto ficar sujo de cocô ou xixi, limpe-o bem com água e sabão ou só com água. Como o cocô do bebê é gorduroso, é melhor usar sabonete para eliminá-lo. Depois aplique o álcool.
Em outros países, o cuidado com o umbigo pode ser diferente. Em alguns, a orientação médica é a de não passar nada no umbigo, nem álcool, para que ele seque mais rápido.
Há lugares em que a recomendação é a de não molhar o coto, portanto, naquelas localidades, não se dá banho no recém-nascido enquanto o umbigo não cai.
No Brasil, porém, os especialistas indicam o banho desde o primeiro dia de vida, sem problemas. Basta secar bem o coto e passar o álcool antes de fechar a fralda.
Depois que o coto caiu, o umbigo ficou alto. O que é isso?
Quando o umbigo da criança fica saltado, é provável que se trate de uma hérnia umbilical.
As hérnias umbilicais são muito comuns e podem afetar até 20 por cento dos bebês. Normalmente não exigem tratamento e se resolvem sozinhas.
Converse com o pediatra do bebê. Ele vai acompanhar a hérnia nas consultas até depois do primeiro aniversário da criança, para aí sim decidir se é necessário algum tratamento ou não.
Nunca coloque nada sobre o umbigo do bebê para "deixá-lo para dentro".

Bjoks
Mamãe te conta!!








quinta-feira, 14 de junho de 2018

**BEBÊ NASCEU E AGORA ?**


Quase tudo preparado menos o psicológico dos pais que na hora normalmente da aquele frio na barriga e pensam..... E agora!!!??



Tire algumas duvidas que muitos dos pais de primeira viagem ou até mesmo aqueles que já passaram por essa experiencia maravilhosa mas ainda se sentem inseguros!
Assim que o bebê nasce, é chamado de recém-nascido (RN) e recebido por um pediatra neonatologista que faz todos os procedimentos de reanimação neonatal orientados pela Academia Americana de Pediatria.
É feita a retirada dos líquidos que ficam na placenta do RN, a secagem e a aspiração de vias aéreas – para que o bebê possa começar a desenvolver movimentos respiratórios. É durante esse processo que o neonatologista avalia o RN, ainda em seus primeiros cinco minutos de vida, para poder fazer o Boletim de Apgar (ouEscala de Apgar).



Esse boletim analisa a vitalidade do bebê logo nos primeiros momentos pós-parto, avaliando cinco itens: frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, cor e irritabilidade reflexa. Para isso, o médico utiliza pontos, que variam entre 0 e 2. Da soma total, obtém-se a nota do bebê (algo entre 0 e 10), que indica a saúde do recém-nascido.
A avaliação foi criada por Virginia Apgar na década de 1950 para “padronizar” a análise do RN de forma mundial. Assim, quando um RN chega ao consultório de um pediatra, ele pode ver como foi o nascimento de forma eficiente, completa e confiável.
Feito isso, o pediatra (ou a enfermeira) pinga o colírio de Nitrato de Prata a 1% (ou crede) nos dois olhos. O procedimento é obrigatório por lei desde 1977 (Decreto Lei N° 19.941) e previne contra uma possível infecção ocular grave causada pela gonococo (Neisseria gonorrhoeae). Após esse processo, o RN é identificado com as pulseiras do serviço, para logo em seguida ser amamentado pela mãe.


Durante a internação da mãe na maternidade, os RNs passam por alguns procedimentos. Normalmente, são pesados de duas a quatro vezes por dia, já que existe uma perda esperada de peso – na verdade, há perda de líquido e eles “desincham” com o passar do tempo. A queda no peso pode chegar a 12% entre o nascimento e o quinto dia de vida, por isso, é importante ficar de olho nessas mensurações!
Outra característica desse período é a avaliação do surgimento da icterícia. Ela normalmente acontece em mais de 60% dos RNs e, na maioria das vezes, é somente uma adaptação do bebê à vida extrauterina, sendo chamada de icterícia fisiológica.
Não se assuste se, depois de 48 horas do parto, o pediatra falar que seu bebê precisa passar pelo banho de luz, também conhecido como fototerapia. É um processo tranquilo, fisiológico e que bloqueia a ascensão da icterícia (esta sim é um problema).
Exames e testes realizados durante a internação
Hoje existem muitos testes que são realizados de forma gratuita e obrigatória.
São eles:
– Teste do reflexo vermelho (ou teste do olhinho): o pediatra examina os olhos do RN com um aparelho chamado oftalmoscópio. Pela lente, o olho deverá aparecer avermelhado, por isso, o nome de reflexo vermelho. Com esse simples exame é possível diagnosticar a catarata congênita, o retinoblastoma, lesões por trauma e outras lesões infecciosas.
– Teste da orelhinha (ou triagem auditiva): o teste é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Diferente do teste do pezinho, neste não é preciso fazer nenhum furinho. O procedimento é realizado com o bebê dormindo, em sono natural. É indolor, não machuca, não tem contraindicações e dura em torno de 10 minutos. O exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê para emitir sons de fraca intensidade e recolher as respostas produzidas. A importância deste estudo é diagnosticar ou afastar déficits auditivos.
– Teste do coraçãozinho: indolor, não invasivo e com custo baixíssimo. Exige apenas a utilização de um aparelho denominado “oxímetro”, já disponível em todas as maternidades e hospitais, pois também é essencial para monitorar pacientes (principalmente em UTIs). O procedimento deve ser realizado após as primeiras 24 horas de vida e antes da alta hospitalar.

– Teste do pezinho: existe desde 1976 e é um dos mais importantes. Sua função é fazer uma triagem de doenças genéticas ou congênitas, como o hipotireoidismo congênito e a fenilcetonúria. Dependendo do tipo de teste do pezinho, outras doenças podem ser estudadas, como a anemia falciforme e talassemia, hiperplasia adrenal congênita, fibrose císitica, deficiência de G6PD e muitas outras. No Brasil, atualmente existem três tipos de teste do pezinho: básico, ampliado e avançado. A diferença entre eles é o número de doenças que são pesquisadas. Desde 2001, o Ministério da saúde tornou obrigatória a realização do teste básico para todos os RN do Brasil.
– Teste da linguinha: o procedimento serve para detectar se a criança tem o problema comumente chamado de língua presa.
Dependendo da maternidade, os pais podem solicitar que o RN já seja vacinado antes da alta com a primeira dose da Hepatite B e a vacina da tuberculose (a BCG). Esses procedimentos não são obrigatórios e podem ser cobrados pelos serviços de saúde.



Após passar por todas essas etapas, é hora de ir para casa e cuidar do pequeno RN. Não esqueça que a primeira consulta com o pediatra deverá ocorrer já nos primeiros 10 dias de vida! E partir para o show da vida!! 



**BEBÊ NASCEU E AGORA ?**


Quase tudo preparado menos o psicológico dos pais que na hora normalmente da aquele frio na barriga e pensam..... E agora!!!??



Tire algumas duvidas que muitos dos pais de primeira viagem ou até mesmo aqueles que já passaram por essa experiencia maravilhosa mas ainda se sentem inseguros!
Assim que o bebê nasce, é chamado de recém-nascido (RN) e recebido por um pediatra neonatologista que faz todos os procedimentos de reanimação neonatal orientados pela Academia Americana de Pediatria.
É feita a retirada dos líquidos que ficam na placenta do RN, a secagem e a aspiração de vias aéreas – para que o bebê possa começar a desenvolver movimentos respiratórios. É durante esse processo que o neonatologista avalia o RN, ainda em seus primeiros cinco minutos de vida, para poder fazer o Boletim de Apgar (ouEscala de Apgar).



Esse boletim analisa a vitalidade do bebê logo nos primeiros momentos pós-parto, avaliando cinco itens: frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, cor e irritabilidade reflexa. Para isso, o médico utiliza pontos, que variam entre 0 e 2. Da soma total, obtém-se a nota do bebê (algo entre 0 e 10), que indica a saúde do recém-nascido.
A avaliação foi criada por Virginia Apgar na década de 1950 para “padronizar” a análise do RN de forma mundial. Assim, quando um RN chega ao consultório de um pediatra, ele pode ver como foi o nascimento de forma eficiente, completa e confiável.
Feito isso, o pediatra (ou a enfermeira) pinga o colírio de Nitrato de Prata a 1% (ou crede) nos dois olhos. O procedimento é obrigatório por lei desde 1977 (Decreto Lei N° 19.941) e previne contra uma possível infecção ocular grave causada pela gonococo (Neisseria gonorrhoeae). Após esse processo, o RN é identificado com as pulseiras do serviço, para logo em seguida ser amamentado pela mãe.


Durante a internação da mãe na maternidade, os RNs passam por alguns procedimentos. Normalmente, são pesados de duas a quatro vezes por dia, já que existe uma perda esperada de peso – na verdade, há perda de líquido e eles “desincham” com o passar do tempo. A queda no peso pode chegar a 12% entre o nascimento e o quinto dia de vida, por isso, é importante ficar de olho nessas mensurações!
Outra característica desse período é a avaliação do surgimento da icterícia. Ela normalmente acontece em mais de 60% dos RNs e, na maioria das vezes, é somente uma adaptação do bebê à vida extrauterina, sendo chamada de icterícia fisiológica.
Não se assuste se, depois de 48 horas do parto, o pediatra falar que seu bebê precisa passar pelo banho de luz, também conhecido como fototerapia. É um processo tranquilo, fisiológico e que bloqueia a ascensão da icterícia (esta sim é um problema).
Exames e testes realizados durante a internação
Hoje existem muitos testes que são realizados de forma gratuita e obrigatória.
São eles:
– Teste do reflexo vermelho (ou teste do olhinho): o pediatra examina os olhos do RN com um aparelho chamado oftalmoscópio. Pela lente, o olho deverá aparecer avermelhado, por isso, o nome de reflexo vermelho. Com esse simples exame é possível diagnosticar a catarata congênita, o retinoblastoma, lesões por trauma e outras lesões infecciosas.
– Teste da orelhinha (ou triagem auditiva): o teste é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Diferente do teste do pezinho, neste não é preciso fazer nenhum furinho. O procedimento é realizado com o bebê dormindo, em sono natural. É indolor, não machuca, não tem contraindicações e dura em torno de 10 minutos. O exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê para emitir sons de fraca intensidade e recolher as respostas produzidas. A importância deste estudo é diagnosticar ou afastar déficits auditivos.
– Teste do coraçãozinho: indolor, não invasivo e com custo baixíssimo. Exige apenas a utilização de um aparelho denominado “oxímetro”, já disponível em todas as maternidades e hospitais, pois também é essencial para monitorar pacientes (principalmente em UTIs). O procedimento deve ser realizado após as primeiras 24 horas de vida e antes da alta hospitalar.

– Teste do pezinho: existe desde 1976 e é um dos mais importantes. Sua função é fazer uma triagem de doenças genéticas ou congênitas, como o hipotireoidismo congênito e a fenilcetonúria. Dependendo do tipo de teste do pezinho, outras doenças podem ser estudadas, como a anemia falciforme e talassemia, hiperplasia adrenal congênita, fibrose císitica, deficiência de G6PD e muitas outras. No Brasil, atualmente existem três tipos de teste do pezinho: básico, ampliado e avançado. A diferença entre eles é o número de doenças que são pesquisadas. Desde 2001, o Ministério da saúde tornou obrigatória a realização do teste básico para todos os RN do Brasil.
– Teste da linguinha: o procedimento serve para detectar se a criança tem o problema comumente chamado de língua presa.
Dependendo da maternidade, os pais podem solicitar que o RN já seja vacinado antes da alta com a primeira dose da Hepatite B e a vacina da tuberculose (a BCG). Esses procedimentos não são obrigatórios e podem ser cobrados pelos serviços de saúde.



Após passar por todas essas etapas, é hora de ir para casa e cuidar do pequeno RN. Não esqueça que a primeira consulta com o pediatra deverá ocorrer já nos primeiros 10 dias de vida! E partir para o show da vida!! 



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