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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra?



Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra? 
Após a Durante o primeiro ano de vida do seu bebe, voce vera o pediatra com mais frequencia que encontrara seus amigos. O pequenino ser requer acompanhamento medico para garantir que esta saindo tudo dentro dos conformes, alguns detalhes que sempre serão avaliados, crescimento, ganho de peso, desenvolvimento dos sentidos e da atividade motora.
Quantas consultas o bebê fará ao longo dos dois primeiros anos?
Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra?
Devo procurar o médico fora das consultas de rotina?
Após a saída da maternidade, a primeira consulta com o pediatra deverá ser feita entre o 5º e 15º dia do bebê. Se surgirem dúvidas, o médico pode ser consultado antes. Em seguida, o Ministério da Saúde preconiza que sejam realizadas ao menos oito consultas ao longo dos primeiros dois anos de vida:
Consultas: 1 mês; 2 meses; 4 meses; 6 meses; 9 meses; 12 meses; 18 meses; 24 meses.
No entanto, a Sociedade Brasileira de Pediatria vai além e considera necessário fazer uma consulta por mês nos primeiros seis meses. Portanto, de acordo com a SBP, o calendário seria o seguinte:
Consultas: Primeira consulta entre o 5º e 15º dia; Consultas mensais até o 6º mês; 9 meses; 12 meses; 18 meses; 24 meses.
As consultas são fundamentais para garantir que o bebê está se desenvolvendo normalmente e que não há nenhuma condição de saúde mais grave. Em geral, o pediatra irá checar:
Crescimento: O bebê será pesado e seu comprimento será medido em uma mesa plana, com as pernas esticadas. Além disso, uma fita especial será usada para medir o tamanho da cabeça dele. Todas as medidas serão anotadas para traçar sua curva de crescimento.
Cabeça: O médico irá verificar a moleira do bebê, uma espécie de “buraco” no crânio que deve ficar aberto nos primeiros meses para que o cérebro possa crescer.
Ouvidos: Serão checados para garantir que não há nenhuma infecção. Você será questionado sobre a audição do bebê, para verificar se há algum tipo de deficiência.
Olhos: O pediatra irá utilizar uma espécie de lanterna para atrair a atenção do bebê, verificar a saúde dos olhos e monitorar seus movimentos.
Boca: A boca é checada para verificar infecções e, quando for a hora, o nascimento dos dentinhos.
Coração e pulmões: O pediatra usará um estetoscópio para ouvir o coração e pulmões do bebê, verificando se há alguma arritmia, dificuldade para respirar ou outra anomalia.
Abdomem: O pediatra irá verificar se os órgãos estão no seu tamanho normal e se há alguma massa ou sensibilidade incomum.
Genitália: Checada para verificar se há algum caroço, sensibilidade ou sinal de infecção. Os pênis circuncidados recebem especial atenção para garantir que estão se recuperando normalmente. Os órgãos genitais masculinos também são monitorados para garantir que os testículos estão no local certo.
Quadris e pernas: O pediatra irá checar se há qualquer sinal de anormalidade, displasia ou problemas nas articulações. É importante detectar tais condições cedo para tratá-las com mais eficiência e evitar maiores problemas no futuro.
Marcos do desenvolvimento: O pediatra perguntará aos pais sobre o desenvolvimento geral do bebê, para observar se já sorri, rola, senta, anda e assim por diante. Durante os exames, ele também checará como usa as mãos e braços, seus reflexos e tônus muscular geral.
Sempre que o bebê apresentar qualquer problema de saúde, é recomendado consultar o pediatra ou levá-lo até a emergência. Além disso, não se esqueça de dar todas as vacinas, seguindo o calendário de vacinação do Ministério da Saúde e a orientação do médico.

Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra?



Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra? 
Após a Durante o primeiro ano de vida do seu bebe, voce vera o pediatra com mais frequencia que encontrara seus amigos. O pequenino ser requer acompanhamento medico para garantir que esta saindo tudo dentro dos conformes, alguns detalhes que sempre serão avaliados, crescimento, ganho de peso, desenvolvimento dos sentidos e da atividade motora.
Quantas consultas o bebê fará ao longo dos dois primeiros anos?
Por que o bebê precisa ir tanto ao pediatra?
Devo procurar o médico fora das consultas de rotina?
Após a saída da maternidade, a primeira consulta com o pediatra deverá ser feita entre o 5º e 15º dia do bebê. Se surgirem dúvidas, o médico pode ser consultado antes. Em seguida, o Ministério da Saúde preconiza que sejam realizadas ao menos oito consultas ao longo dos primeiros dois anos de vida:
Consultas: 1 mês; 2 meses; 4 meses; 6 meses; 9 meses; 12 meses; 18 meses; 24 meses.
No entanto, a Sociedade Brasileira de Pediatria vai além e considera necessário fazer uma consulta por mês nos primeiros seis meses. Portanto, de acordo com a SBP, o calendário seria o seguinte:
Consultas: Primeira consulta entre o 5º e 15º dia; Consultas mensais até o 6º mês; 9 meses; 12 meses; 18 meses; 24 meses.
As consultas são fundamentais para garantir que o bebê está se desenvolvendo normalmente e que não há nenhuma condição de saúde mais grave. Em geral, o pediatra irá checar:
Crescimento: O bebê será pesado e seu comprimento será medido em uma mesa plana, com as pernas esticadas. Além disso, uma fita especial será usada para medir o tamanho da cabeça dele. Todas as medidas serão anotadas para traçar sua curva de crescimento.
Cabeça: O médico irá verificar a moleira do bebê, uma espécie de “buraco” no crânio que deve ficar aberto nos primeiros meses para que o cérebro possa crescer.
Ouvidos: Serão checados para garantir que não há nenhuma infecção. Você será questionado sobre a audição do bebê, para verificar se há algum tipo de deficiência.
Olhos: O pediatra irá utilizar uma espécie de lanterna para atrair a atenção do bebê, verificar a saúde dos olhos e monitorar seus movimentos.
Boca: A boca é checada para verificar infecções e, quando for a hora, o nascimento dos dentinhos.
Coração e pulmões: O pediatra usará um estetoscópio para ouvir o coração e pulmões do bebê, verificando se há alguma arritmia, dificuldade para respirar ou outra anomalia.
Abdomem: O pediatra irá verificar se os órgãos estão no seu tamanho normal e se há alguma massa ou sensibilidade incomum.
Genitália: Checada para verificar se há algum caroço, sensibilidade ou sinal de infecção. Os pênis circuncidados recebem especial atenção para garantir que estão se recuperando normalmente. Os órgãos genitais masculinos também são monitorados para garantir que os testículos estão no local certo.
Quadris e pernas: O pediatra irá checar se há qualquer sinal de anormalidade, displasia ou problemas nas articulações. É importante detectar tais condições cedo para tratá-las com mais eficiência e evitar maiores problemas no futuro.
Marcos do desenvolvimento: O pediatra perguntará aos pais sobre o desenvolvimento geral do bebê, para observar se já sorri, rola, senta, anda e assim por diante. Durante os exames, ele também checará como usa as mãos e braços, seus reflexos e tônus muscular geral.
Sempre que o bebê apresentar qualquer problema de saúde, é recomendado consultar o pediatra ou levá-lo até a emergência. Além disso, não se esqueça de dar todas as vacinas, seguindo o calendário de vacinação do Ministério da Saúde e a orientação do médico.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

***Vacina no posto de saude ou Vacina nas redes particulares***



E ai vem a duvida, vale a pena?? Qual a diferença??? Saiba tudo abaixo!! Sabemos que nem todos podem pagar por esse serviço que deveria sem duvida alguma estar ao alcançe de toda a população como é feito em paises desenvolvidos, mas para quem puder fazer um esforço vale muito a pena! 




Tem sido frequente o questionamento sobre "aonde vacinar o meu filho? A vacina oferecida nos postos de saúde é igual à vacina das clínicas particulares?"
O assunto é simples, e evitarei qualquer dó sociológica para responder. Quem pode pagar, tem à disposição nas clínicas de vacinação o que há de melhor, mais seguro e completo em matéria de vacinas.
A vacina das clínicas particulares não é igual à dos postos de saúde. Aliás, como tudo o que o governo oferece "graciosamente", em troca dos nossos impostos. 
Apesar de ser bem técnica, espero que a explicação abaixo tire as dúvidas.

Antes de mais nada, lembro que o PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Brasil é um dos mais completos do mundo, no quesito número de doenças protegidas. À exceção da vacina contra catapora e contra hepatite A, o governo disponibiliza todas as outras vacinas existentes. Estas duas vacinas só podem ser aplicadas em clínicas particulares.
Porém, a diferença em relação às outras vacinas não é sutil...





- Vacina tríplice bacteriana (DPT): no PNI usa-se a vacina produzida no instituto Butantan, a DPT de célula inteira, uma vacina que causa índice alto de reações adversas. Nas clínicas particulares, só existe a DPaT, a vacina acelular, usada em todos os países "desenvolvidos" do mundo. Nesta vacina o componente da coqueluche é feito por engenharia genética, não se usa o capside da bactéria. Resultado: muito menos reações. 

- Poliomielite: os postos ainda usam a Polio Oral (Sabin), em desuso total em países como EUA, toda a Europa e Escandinávia, Japão e Israel. Nas clínicas particulares só se usa Polio Inativada, aplicada na mesma seringa que a DPT. Esta vacina confere alta proteção e risco zero de causar a PPV - poliomielite pós-vacinal - um raríssimo efeito colateral da vacina Sabin. Foi por este motivo, a PPV, e também para acabar com a circulação de um vírus vivo e inativado, que o mundo desenvolvido parou de usar a Sabin.

- Hepatite B: aplicada nas clínicas particulares também na mesma seringa que a DPaT + Hemófilus + Polio (vacina Hexavalente), diminui o número de injeções na criança. Caso não seja este o problema, copio abaixo o trecho de um estudo sobre vacinas:

- Rotavírus: nos postos existe à disposição a vacina contra rotavírus monovalente (da GSK). A vacina é belga, segura e bem produzida, mas só protege contra um sorotipo deste vírus, o que equivale a 70% dos casos no nosso meio. Nas clínicas particulares se aplica a vacina pentavalente, norte-americana, que protege contra cinco sorotipos de rotavírus - 99,5% dos casos brasileiros. Esta vacina (a pentavalente) é utilizada de rotina nos Estados Unidos e a mais indicada para nós.

- Pneumococos: nos postos utiliza-se a pneumocócica conjugada 10-valente (da GSK), também belga, segura e eficaz. Nas clínicas particulares usa-se a pneumo 13-valente (da Pfizer/Wieth). Estes 3 sorotipos a mais de pneumococos são extremamente importantes no Brasil, pois 2 deles são pneumococos muito comuns por aqui. É uma vacina que chegou há 6 meses no Brasil, muito aguardada pela comunidade pediátrica. Esta vacina (a 13-valente) é utilizada de rotina nos Estados Unidos, no PNI deles. Nossas crianças também merecem...

- Meningite C: talvez a diferença menos contundente. O governo utiliza a vacina da Chiron. As clínicas aplicam a vacina da Baxter. Ambas são muito seguras, mas a vacina da Baxter é a única que apresenta níveis protetores a partir da primeira dose aplicada (com 2 ou 3 meses de vida). Como é uma doença gravíssima e correspondente a 70% dos casos de meningite bacteriana em São Paulo, julgo a diferença relevante, ao menos ao aplicar a primeira dose.


A decisão de como e aonde vacinar seus filhos cabe aos pais, dentro de suas possibilidades econômicas, inclusive. O que não posso deixar de mostrar é que existem diferenças marcantes nos tipos de vacina. 
E relembro que o nosso riquíssimo país (para algumas coisas...) poderia oferecer à sua população o que há de melhor em matéria de vacinas, assim como na saúde como um todo e na educação. 



Bjoks Mamãe Te Conta!!

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